Feb 11, 2015

Social Ads (Anunciando em Mídias Sociais) em Vitória-ES

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28 de Março de 2015

Social Ads (Anunciando em Mídias Sociais)

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Para ter mais resultados alcançado o seu público certo, na mídia certa!
Todas as formas de mídia nas redes sociais.

Inscrições: http://wiseducacao.com.br/event/socialads

——– Este curso é pra você?

O curso é voltado para profissionais de qualquer natureza que desejam aprofundar o conhecimento em gestão de canais sociais dominando as formas de investimento de mídia em mídias sociais.

——– Objetivos do curso

Entender a integração entre conteúdo e anúncios pagos.

Conhecer as possibilidades de cada mídia e saber escolher qual a melhor para cada caso.

Praticar o uso de mídias performance com casos reais.

——– O que você leva?

Excelente conteúdo de profissionais com extensa e comprovada atuação de mercado (fazer curso com quem não tem prática não dá, né?!). Além de Material didático, certificado, coffee-break e network de qualidade.

——– Pré Requisitos:

É necessário que o aluno já tenha atuação com administração de canais sociais (fan pages, conta de twitter, linkedin, etc).

——– Carga Horária:

8 (oito) horas

——– Quando?

28/03 (Sábado) – 09 às 18hs, com intervalo de 12:00 às 13:00hs

——– Onde?

Auditório da Valor Investimentos: R. Aleixo Neto, 1702 – 1º andar – Praia do Canto – Vitória/ES

——– Instrutor?

Felipe Spina atua há 10 anos com marketing digital, é autor dos livros “Facebook Marketing” e “Technical Marketing“, tem no seu currículo diversas empresas como, F.biz, Euro RSCG 4D, Giovanni+Draft FCB, Prefeitura de São Paulo, SEO Marketing, Urban Summer, Sinc, além de ter atuado como analista de marketing digital na ASUS. Atualmente é gerente de performance na Inkuba.

Tem em seu portfólio clientes como Stella Artois, Audi, Amil e Itaú. É formado em Sistemas Virtuais pela Faculdade Oswaldo Cruz, também estudou Planejamento de Mídias Digitais na FGV e Planejamento de Mídia no Bootcamp da Miami Ad School, quando ganhou o prêmio de TOP DOG.

——– Conteúdo Programático:

•  Gestão de Mídias 360° nos canais sociais
•  Como impactar o usuário em vários touch points
•  Exemplos práticos de mídia: Facebook Ads, Waze  Ads, Foursquare Ads, Linkedin Ads, Youtube Ads, Twitter Ads, em breve no Pinterest e Instagram.
•  Como obter melhores performance e resultados
•  Estudo de Caso e “Mão na Massa”
•  Previsão de Novos Canais para Anunciar

——– Investimento?

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Lote 1 – Até dia 18/03
Lote 2 – Até dia 27/03

——– Forma de Pagamento?

Boleto, Transferência, Cartão de Crédito em até 12x (parcelamento com juros)

Para ter mais resultados alcançado o seu público certo, na mídia certa!
Todas as formas de mídia nas redes sociais. 8h/a

Página do Curso: http://wiseducacao.com.br/event/socialads
Telefone: (027) 4062-9498
Email: contato@wiseducacao.com.br

May 27, 2013

As 10 estratégias de manipulação midiática

Post por às em comunicacao, midia, negocios

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Por Noam Chomsky

Linguista, filósofo e ativista político estadunidense.
Professor de Linguística no Instituto de Tecnologia de Massachusetts
Tradução: Adital

1. A estratégia da distração.

O elemento primordial do controle social
é a estratégia da distração, que consiste em desviar a atenção do
público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas
elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou
inundação de contínuas distrações e de informações insignificantes. A
estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir que o
público se interesse pelos conhecimentos essenciais, na área da
ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da
cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos
verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância
real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado; sem nenhum tempo
para pensar; de volta à granja com outros animais.
Ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”

2. Criar problemas e depois oferecer soluções.

Esse método também é denominado “problema-ração-solução”. Cria-se um problema,
uma situação” previsa para causar certa reação no público a fim de que
este seja o mandante das medidas que desejam sejam aceitas. Por
exemplo: deixar que se desenvolva ou intensifique a violência urbana,
ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o
demandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade.
Ou também: criar uma crise econômica para forçar a aceitação, como um
mal menor, do retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos
serviços púbicos.

3. A estratégia da gradualidade.

Para fazer com que uma medida inaceitável passe a ser aceita basta
aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa maneira,
condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram
impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estado mínimo, privatizações,
precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não
asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que teriam provocado uma
revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4. A estratégia de diferir.

Outra maneira de forçar a aceitação de uma
decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e desnecessária”,
obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É
mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrificio imediato.
Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Logo, porque
o público, a massa tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que
“tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser
evitado. Isso dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia de
mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5. Dirigir-se ao público como se fossem menores de idade.

A maior parte da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos,
argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas
vezes próximos à debilidade mental, como se o espectador fosse uma
pessoa menor de idade ou portador de distúrbios mentais. Quanto mais
tentem enganar o espectador, mais tendem a adotar um tom
infantilizante. Por quê? “Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela
tivesse 12 anos ou menos, em razão da sugestionabilidade, então,
provavelmente, ela terá uma resposta ou reação também desprovida de um
sentido crítico.

6. Utilizar o aspecto emocional mais do que a reflexão.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito
na análise racional e, finalmente, ao sentido crítico dos indivíduos.
Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a
porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias,
desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos.

7. Manter o público na ignorância e na mediocridade.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos
utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da
educação dada às classes sociais menos favorecidas deve ser a mais
pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que
planeja entre as classes menos favorecidas e as classes mais
favorecidas seja e permaneça impossível de alcançar

8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade.

Levar o público a crer que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.

9. Reforçar a autoculpabilidade.

Fazer as pessoas acreditarem que são
culpadas por sua própria desgraça, devido à pouca inteligência, por
falta de capacidade ou de esforços. Assim, em vez de rebelar-se contra
o sistema econômico, o indivíduo se autodesvalida e se culpa, o que
gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua
ação. E sem ação, não há revolução!

10. Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem.

No transcurso dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência geraram
uma brecha crescente entre os conhecimentos do público e os possuídos
e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à
neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de
um conhecimento avançado do ser humano, tanto no aspecto físico
quanto no psicológico. O sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo
comum do que ele a si mesmo. Isso significa que, na maioria dos casos,
o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os
indivíduos, maior do que o dos indivíduos sobre si mesmos.

¨O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons¨.
(Martin Luther King)

May 09, 2013

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Lançamento de um novo curso online para o iMasters Pro

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Apr 21, 2013

Midia Freebies

Post por às em analytics, midia

Navegando pela web, encontrei o blog do Ricardo Mello no qual gostei muito das planilhas para administração de campanhas digitais, acompanhamento de mídia performance e gestão de Facebook. O mais interessante que você pode customizar para cada caso e já com formulas automáticas para relatório e projeção de investimento.

Segue os links abaixo:

planilha-google-drive-freebies1

Freebies #01 Planilha de planejamento de Mídias Digitais no Google Drive

 

Planilha de acompanhamento automático de Páginas do Facebook no Google Drive

Freebie #02 Planilha de acompanhamento automático de Páginas do Facebook no Google Drive

 

planilha-relatorio-capa-facebook-ads-google-drive

Freebies #03 Planilha de relatório de Facebook Ads no Google Drive