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30.11.06
 

Felipe e Badaui no Circo do Edgard Multishow

Felipe Spina do Loadlife e Badaui e Japinha do CPM22 junto Edgard e banda, fazendo o som de Regina Let's Go.
 
 

Search Engine

Busca importante, um Plugin do Firefox Add-ons que eu uso bastante é o Dicionário Priberam, onde você faz a busca de uma palavra e traz o significado para você. Bastante útil.

OpenSearch Working Plugin Icon Priberam DLPO Semi en-PT (priberam.pt) by diego nunes

Se não conseguir baixar, clique aqui

> tem também o

pt-BR spelling dictionary

by br.mozdev.org

Dicionário português brasileiro para o verificador ortográfico integrado do Firefox 2.

https://addons.mozilla.org/firefox/3257/

Quem quiser adicionar mais tem uma lista bacana:

no site do Mozilla mesmo
 

10:21 0 comments  
 

Compatibilidade e Bugs

Ultimamente, estou trabalhando em duas plataformas (Mac e PC), porém encontrei alguns erros. Instalei o navegador Internet Explorer 7, e entrei no iPod da banda Face to Face (melhor banda do mundo!!!), preciso clicar umas 3 vezes para ativar o flash no plugin do ActiveX. Além de demorar muito para abrir, e o carregamento do player.
O Firefox ganha de 10 nele, por ser mais rápido, lógico que o IE7 é mais rápido para abrir porque usar interface do windows mas pra navegar continua lento e não precisa mais fazer CSS-Hacks pra IE7 que ele tá funcionando direitinho.

iPod - Face to Face
Confira o link


Outro caso, foi da MTV Overdrive, é um canal onde pode ver videos que rolou na MTV se você perdeu, tambem no futuro terá todos os video-clipes que passaram na emissora.
Nessa fase da web onde pode ver filmes e seriados, a qualquer momento, está muito rápido a velocidade da informação e a moda YouTube que ficou fácil para todos ver os videos.
A Mtv adotou isso, porém não é compativel com a plataforma Macintosh e o navegador Firefox. Essa limitação perde muito usuário se for pensar no furuto, que poderemos ver através de um celular.





Sendo que uso a versão 2.0

 

08:57 0 comments  
23.11.06
 

BRINCADEIRA DE GENTE GRANDE

O jogo Second Life reproduz a vida real, usa dinheiro de verdade e atrai investimentos (carta capital)

Por André Siqueira

Até o fim do ano, o Brasil vai fazer parte de um dos maiores espetáculos de crescimento econômico do mundo – virtual, é bom frisar. Em Bauru, no interior de São Paulo, profissionais de informática preparam a versão em português do jogo Second Life (ou Segunda Vida), uma espécie de universo paralelo, construído pelos próprios internautas, que interagem em ambientes tridimensionais por meio de personagens chamados de avatares. Essa espécie de Matrix, em referência ao mundo virtual da trilogia de filmes dos irmãos Wachowski, já tem mais de 1,2 milhão de habitantes e um superávit mensal de 3,7 milhões de dólares, entre o dinheiro que os internautas gastam para jogar e o que ganham lá dentro – sim, isso é possível! E aí começa, de verdade, a brincadeira.

No comando.
Os usuários podem criar ilhas e vender imóveis no Second Life
Os programadores trabalham com a expectativa de repetir o fenômeno do Orkut. O site de relacionamentos virou febre no País. Só no mês passado foram 6,2 milhões de acessos, segundo o Ibope/ NetRatings. Enquanto isso, as maiores agências de publicidade olham para o potencial econômico de Second Life. A subsidiária brasileira da Fiat pode ser a primeira empresa do País a seguir o exemplo de marcas como Adidas, Sony BMG Music e Toyota, que a partir dos Estados Unidos e da Europa já realizam ações promocionais dentro do jogo.

Ainda que também abrigue dragões e castelos suspensos no ar, Second Life inspira-se na economia real, com lojas, bancos e até mesmo uma bolsa de valores. Há também uma moeda virtual, o Linden Dollar (numa referência à fabricante do jogo, a Linden Lab), que pode ser trocada por dólares americanos com base em uma cotação flutuante. A cada dia, trocam de mãos, no mundo de mentira, cerca de 500 mil dólares verdadeiros. Com base na movimentação financeira atual, o volume circulante no jogo aumentaria em 45 milhões de dólares por ano. Mas, como o número de jogadores cresceu 20% somente neste segundo semestre, as projeções podem ser conservadoras.

Uma das missões da Kaizen Games, a empresa paulista escolhida para adaptar o software, é preparar a conversão dos Lindens também para reais. “Nossa missão é tornar o jogo mais atrativo no País”, explica o diretor de marketing, Jorge Filho. Por enquanto, há algo em torno de 10 mil brasileiros em atividade no Second Life. Para elevar esse número, a empresa contratou programadores de jogos encarregados de construir novos ambientes, ou ilhas, nos termos do jogo. Atrações turísticas como o Pão de Açúcar, o obelisco do Parque do Ibirapuera, de São Paulo, e o Elevador Lacerda, símbolo de Salvador, vão fazer parte do ponto de partida para os internautas brasileiros que entrarem na brincadeira.

No Second Life, não há competições ou objetivos a ser cumpridos. A graça do jogo, para a maioria, é desbravar o mundo virtual e interagir com os outros jogadores. Para contribuir para o crescimento do novo universo, é preciso comprar Linden Dollars e aprender a usar as ferramentas de programação. A partir daí, a brincadeira pode ganhar novos contornos.

“Existe todo um mercado imobiliário lá dentro”, conta o diretor da Kaizen. As oportunidades existem para quem consegue criar ilhas mais atraentes ou construir casas diferenciadas dentro do novo universo. Se aparecer alguém interessado em oferecer alguns Lindens para comprar ou alugar a área, está feita a transação. “A cada dia há mais casos de pessoas que largam os empregos e trabalham apenas dentro do Second Life. Há empresas reais criadas para atuar dentro do game”, diz o executivo.

É possível negociar qualquer coisa no jogo – inclusive o próprio corpo do avatar, em casos que poderiam ser chamados de prostituição on-line. Há um código de conduta, que pode determinar a exclusão de um jogador, e adolescentes de 13 a 17 anos têm de jogar em uma área separada dos adultos.

Até que ponto é possível, ou desejável, fiscalizar e restringir a liberdade no novo mundo é outra história. São justamente as possibilidades quase infinitas de exploração do universo virtual que dão ao jogo o potencial enxergado pelas agências publicitárias. “Para nós, é uma nova mídia”, afirma o vice-presidente de tecnologia da AgênciaClick, Abel Reis.

Distorções.
Branquinho alerta para a mudança de comportamento dos internautas
Apesar da empolgação com o novo mercado, o publicitário – que se define como um viciado em Second Life – prevê que ainda será necessário esperar em torno de dois anos para o jogo chegar à maturidade, ou se tornar realmente popular, no País. Reis lista algumas barreiras para o ingresso dos internautas brasileiros, como a necessidade de acesso à rede em banda larga e de computadores com mais memória e recursos de vídeo.

Outro problema é que, para ganhar ou comprar Lindens, o usuário precisa fornecer o número do cartão de crédito à empresa responsável pelo game. “Quando os provedores de acesso gratuito começaram a pedir o número do CPF dos internautas, no início da internet brasileira, muita gente não gostou”, compara o executivo da AgênciaClick.

Um dos clientes com quem Reis negocia a entrada no jogo é a Fiat. De acordo com o publicitário, a empresa procura manter, no Brasil, uma imagem de quem persegue a inovação. “Diante dessa preocupação, o jogo é uma oportunidade”, diz. A montadora possui, além da página na internet, uma série de jogos on-line que permitem ao usuário experimentar carros da marca ou ganhar prêmios. “Teremos muitas novidades em 2007 e a presença no Second Life pode ser uma delas”, afirma Reis.

O publicitário ressalva, entretanto, que os anunciantes ainda estão em uma “fase de encantamento” com a nova mídia. “É hora de apresentar o conceito e estudar como explorar o espaço lá dentro.” No caso da Fiat, Reis adianta apenas que a presença da montadora deverá ser mais duradoura que a da maioria das empresas. Ele cita os casos da Adidas e da Coca-Cola, que realizam festas e eventos dentro do jogo. “Outras ações também são pontuais, como o show do avatar da cantora Suzane Vega e o lançamento do filme X-Men 3 pela Fox”, acrescenta.

É bom frisar, entretanto, que nem todas as estratégias são temporárias. Quem pensava saber o que é jornalismo on-line se espanta ao descobrir a filial da agência de notícias Reuters no jogo, com direito a um repórter avatar, Adam Reuters. No site www.secondlife.reuters.com é possível acompanhar o noticiário do universo virtual, visualizar gráficos com as cotações do Linden e dos papéis do índice de ações fictício LindeX.

Outra grande agência brasileira interessada no game é a DM9DDB, que negocia com clientes a realização de campanhas dentro de Second Life. Um deles seria um grande banco de varejo. “Não podemos antecipar as estratégias, mas sabemos o que dá para fazer lá dentro”, diz Caíque Severo, diretor de serviços de valor agregado de comunicação da agência. “Participar desde o início gera uma imagem positiva na comunidade virtual.”

A julgar pela grande demanda por espaço no Second Life, aos poucos a responsabilidade pela expansão do mundo virtual segue para as mãos das empresas reais. Uma ilha de 65 mil metros quadrados (existem até as de 5 mil quilômetros quadrados de área) custava, até pouco tempo, o equivalente a 1.250 dólares, mais uma taxa mensal de 195 dólares. Recentemente, a Linden Lab decidiu elevar em 30% os preços, o que motivou uma série de protestos dos internautas e prolongou por alguns dias o valor antigo.

Muito além dos custos, o vice-presidente de criação da W/Brasil, Rui Branquinho, enxerga alguns riscos para as empresas nesse novo universo. “Falta realidade entre o que as pessoas são na internet e na vida real”, argumenta. “Com a liberdade, o internauta pode optar por ser o oposto do que é de fato, o que distorceria os resultados de uma coleta de dados.” Mesmo assim, a agência ofereceu ações no Second Life a dois potenciais anunciantes. “Trata-se de uma nova ferramenta, que fala diretamente com o consumidor e pode se tornar altamente eficiente de uma hora para outra. O negócio é crescer junto.”

 

12:27 0 comments  
21.11.06
 

Vídeo da Carol, da PUC, conversando sobre a vida com a amiga no banheiro da faculdade.



Carol da PUC on Vimeo

Vídeo da Carol, da PUC, conversando sobre a vida com a amiga no banheiro da faculdade.

Melhor VIRAL do ANO!
 

22:08 0 comments  
 

Adsense até o pescoço

é isso ae como vocês podem ver estou adquirindo a moda adsense.
Coloquei um monte aqui no blog, espero que vocês possam colaborar.
Sim, colaborar é clicar, e usar os serviços

=)

Um dia chego a ser Um caso de sucesso!


Como esse aqui:
https://www.google.com.br/adsense/codigofonte

O hobby que traz renda extra.
Estudo de caso: CódigoFonte.net: www.CódigoFonte.net
CodigoFonte

Até conhecer o AdSense, o site CódigoFonte.net era apenas um hobby do seu criador, o gerente e desenvolvedor Emmanuel Alves dos Santos. O site nasceu com o objetivo de oferecer gratuitamente notícias, dicas e códigos para os visitantes, sem pop-ups ou publicidade excessiva que os atrapalhassem. Quando conheceu o AdSense, Emmanuel percebeu que poderia gerar receitas extras e ainda enriquecer a experiência dos visitantes do CódigoFonte.net. E foi exatamente isso o que aconteceu.

Cliques que geraram receita

O que mais chamou a atenção de Emmanuel, quando ele optou por usar o AdSense, foram os anúncios relacionados ao conteúdo do site. Logo após a configuração do AdSense, a tecnologia do Google determina quais são os anúncios mais relevantes para cada site, de acordo com o seu conteúdo. Não há necessidade de gastar tempo escolhendo a publicidade adequada a cada página – isso é feito automaticamente.

O AdSense conta com um grande inventário de anúncios, que despertam interesse dos diversos usuários que visitam o CódigoFonte.net. Além das páginas dedicadas aos programadores, o CódigoFonte.net tem um serviço chamado "Mural de Recados", em que os usuários podem postar suas próprias dicas e interesses. De acordo com Emmanuel, há anúncios adequados para cada Mural. "A maioria dos visitantes do meu site acham os anúncios do Google bons. Vários me dizem que clicaram e acharam aquilo que queriam", diz ele. E o melhor é que, cada vez que alguém se interessa por um produto ou serviço e clica nos anúncios Google, o CódigoFonte.net vê seus ganhos creditados em seus relatórios do AdSense.

O CódigoFonte.net usa uma série de recursos do AdSense, como diversos formatos e cores de anúncios, que se ajustam ao layout das diferentes seções, e também blocos de links, pequenas listas que podem ser posicionadas em áreas reduzidas de cada página, além de conter links para anúncios divididos por tópico.


"Eu via o CódigoFonte.net como hobby. Hoje, vejo como uma fonte de renda"

Emmanuel Alves N. dos Santos, Gerente e Desenvolvedor do CódigoFonte.net

A melhor surpresa veio recentemente: após modificar o formato e as cores dos anúncios exibidos no CódigoFonte.net, ele teve um aumento superior a 30% na sua receita média diária. A variedade de recursos que o AdSense tem faz com que a receita do CódigoFonte.net aumente cada vez mais.

Resultados

O AdSense paga por uma combinação de cliques e impressões de anúncios, de forma a gerar a maior receita possível para seus editores. Emmanuel comprovou isso. Recentemente, ele comprou um carro: "a maior parte do dinheiro que investi nele veio do AdSense", conta.

Sobre o Google AdSense

Google AdSense™ Programa destinado a empresas online que permite obter receita com anúncios direcionados de maneira precisa para páginas de pesquisa e conteúdo da Web. Uma grande gama de sites se beneficia com o AdSense, com níveis de serviço que variam de inscrição online a gerenciamento e assistência dedicados. O Google conta com um rede de 150.000 anunciantes que se beneficiam com o AdSense ao obterem exposição em sites da Google Network, incluindo Ask Jeeves, Blueyonder, Lycos Europe e Dealtime.co.uk. Para obter mais informações, visite www.google.com/adsense.



 

21:37 0 comments  
18.11.06
 

Google Web Toolkit for the Mac

Macs inside Google

Posted by: Kelly Norton, GWT Engineer - fonte: http://googlemac.blogspot.com/

I remember sitting in front of my Power Mac G5 reading about Google Web Toolkit in May of last year and thinking about how cool it was. It's such a great idea for AJAX development: use a language with unequalled tool support to write your code and then compile it into compact, highly optimized JavaScript which automatically works around all manner of browser quirkiness. I was eager to try it but very disappointed to find that it was only available for Linux and Windows. So I bookmarked the site and decided to check back later.

In a strange turn of events, as I watched GWT develop, I somehow came to work for Google ... on the GWT team, no less. So when I got the opportunity to participate in the recent addition of OS X support, I was thrilled. The previous versions of the toolkit had made debugging possible by hooking directly into the JavaScript engines of Internet Explorer and Firefox, which helps our Windows and Linux users. A few weeks back, we started down a similar route with Webkit/Safari, and today that version showed up on the GWT download page. So for all the other Mac folks who have been checking in on GWT hoping to find a Mac download, voila. And for those of you who have no earthly idea what I'm talking about, let me just give you a very quick intro.

What is Google Web Toolkit?
Ever wonder how killer applications like Gmail, Google Calendar, and JotSpot are built? It's not enough to have a great idea; you need to know how each browser deals with JavaScript, CSS and HTML. You know, things like how element prototypes are shared across iframes on Internet Explorer and Firefox, but not Safari. Or that Opera's scrollTop values often give you non-zero values even when there isn't a scrollbar anywhere in sight. If you still have no earthly idea what I'm talking about, let me just assure you that there are many such things that make development of AJAX applications error-prone and just plain painful. And I haven't even mentioned the pain of managing a large codebase using a language that gives you as much freedom as JavaScript does.

Instead, GWT takes a different tack: write your AJAX code in Java, leveraging concepts and patterns that have become very familiar to UI developers; develop using proven development environments that include good code completion and refactoring tools like Eclipse; debug your apps by running them in a real browser, using a solid debugger; then use a compiler to translate all that Java code to tiny, high-performance JavaScript that automatically works around most browser quirks without so much as a nod from the developer. And of course, make it possible to slip seamlessly into JavaScript when the need arises to do things we never even anticipated.

But there's one more thing...

OK, you have to promise not to tell our Windows and Linux users, but we were able to slip a little something extra into the OS X version. One item that has been on our nice-to-have list for some time has been a quality DOM inspector to allow developers to take a look under the hood at the dynamically created tags you find in AJAX applications. On the other platforms, it's still in the to-be-scheduled stage. But on OS X, right-clicking on the page you're debugging reveals an interesting option: "Inspect Element." Select that, and a window appears that should be familiar to you WebKit hackers. Yes, we enabled a feature that is part of WebKit but not turned on in Safari, which enables you to inspect DOM elements in the debuggable browser. But please, whatever you do, don't tell the Windows or Linux folks about it.
 

16:11 0 comments  
6.11.06
 

GOSTOSA NA PRAIA

vale 1 homenagem!
 

00:48 0 comments  
4.11.06
 

Mais novo software de comunicação Instantânea via Internet

Sim, você está acostumado com os Instant Messenger, tipo ICQ, MSN ou GTALK.

Agora tem nas ruas:



http://www.txtualhealing.com/
 

18:51 0 comments  
2.11.06
 

GTA HOT COFFEE

hot coffe do game GTA San Andreas.

 

16:07 0 comments  
 

Golden Shower: Video Computer System

Esse video clipe ganhou o melhor clipe de música eletronica no VMB 2000.

Bem legal, nele aparece varias screenshots de telas de jogos conhecidos de Atari, como Pitfall, PacMan, Space Invaders, entre outras.

 

16:00 0 comments  


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