Quanto tempo que não entro nesse site:
Está circulando pelo Orkut uma praga que é capaz de enviar scraps (recados) automaticamente para todos os contatos da vítima na rede social, além de roubar senhas e contas bancárias de um micro infectado através da captura de teclas e cliques.

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Filmei a parte no game Tony Hawk Pro Skater Underground 2 do Sony PSP, rola um Easter Egg dentro de um apartamento tem um Gordinho bem Geek imitando a luta de Star Wars.
Artigo escrito pelo Pedro Son (www.drope.org)
Em Dezembro de 2005, a Microsoft lançou uma atualização do Internet Explorer que muda bastante o comportamento de conteúdos rich-media embedados no html. O maior impacto desse mudança será sentido em conteúdos Flash, que agora precisam de um click do usuário para serem iniciados.
Há alguns anos atrás, uma empresa chamada Eolas reinvindicou uma patente sobre conteúdos dinâmicos em browsers. A briga se desenrolou durante muito tempo até que em 2005 a Microsoft perdeu a causa e ganhou uma multa de U$521 milhões. Foi quando resolveu mudar o comportamento do IE para que ele não mais infringisse a patente.
O problema
O IE não permite mais que nenhum conteúdo de um plugin externo seja carregado automaticamente. Isso inclui flash, shockwave, adobe reader, quicktime, real player, tudo. Dessa forma, o usuário deve clicar no conteúdo para que ele seja visualizado. E isso significa uma mudança drástica de navegação.
Por enquanto apenas o IE fez tal alteração, mas é muito provável que todos os browsers do mercado sejam obrigados a acatarem a patente. Não culpem a Microsoft, se for para culpar alguém, esse alguém é a tal da Eolas.
Solução para Flash
É muito provável que você esteja usando as tags <object><embed> para incluir conteúdos flash na sua página. Caso ainda esteja, é muito provável que muita gente esteja buzinando em seu ouvindo dizendo que o flash está “quebrado”.
A solução (workaround, gambiarra, enfim…) nesse caso é usar javascript para renderizar seu object/embed. Dessa forma, a patente não é infringida, o IE executa seu plugin normalmente, o conteúdo é entregue transparentemente e ficamos todos felizes.
Existe uma lib javascript que está sendo amplamente usada pela comunidade, que além de resolver essa questão do IE também tem detector de flash dos mais supimpas, usa uma DIV em que você pode descrever o conteúdo do flash (isso quer dizer que os googlebots da vida vão indexar seu conteúdo) e muito mais, como detecção de plugin, versão, etc.
Estou falando da Geoff Stearns’ FlashObject. Se analisarmos bem, ela é até mais fácil de usar do que as tags object/embed. Basta criar uma div que irá “segurar” o flash, e chamar 2 linhas de javascript:
<script type="text/javascript" src="flashobject.js"></script>
<div id="conteudoflash">
Esse texto é substituído pelo flash, caso o usuário tenha
javascript e flash habilitados.
Você pode usar esse espaço para indexar o conteúdo
do seu flash em sites de busca.
</div>
<script type="text/javascript">
var fo = new FlashObject("flash.swf", "flash", "10", "10", "7", "#FFFFFF");
fo.write("conteudoflash");
</script>
A primeira linha carrega o javascript.
O div (lembre-se, o id do div deve ser único) representa o local da página onde o conteúdo flash será carregado.
As linhas dentro da tag javascript instanciam o FlashObject, com os parametros do seu flash e depois dão um write para renderizar as tags object/embed no local correto.
Referências
Detalhes da mudança no comportamento ActiveX no site da Microsoft
Hotsite do Ragga Tour - Dibob (RJ) e Strike (MG).
